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1. Omnichannel – Percebe-se que o varejo tradicional feito da loja física continua forte e continuará por muito tempo, mas presença online, pela combinação de smartphones e ferramentas sociais, faz cada vez mais parte do processo de consumo dos consumidores, desde o despertar do desejo de produtos e serviços até a busca de informações e a tomada de decisão de compra. 

2. Experiência – A geração Y, também conhecida como millennials, é a geração da experiência. Os jovens nascidos entre 1980 e 2000 valorizam mais a experiência e felicidade do que a posse de produtos. No Brasil, cerca de 30% da população é composta por millennials, segundo o IBGE. Por isso, fica evidente que o varejo não pode mais entregar apenas produtos. As empresas que fizerem apenas isso serão facilmente descartadas. A loja deve estar preocupada com toda a experiência de compra do cliente e essa experiência deve ter uma forte conexão emocional.

3. Tribos em vez de Segmentos – As tribos não podem ser ignoradas no processo de consumo, muito pelo contrário: lojas que conseguem acolher tribos específicas, valorizando as emoções, falando a linguagem dela, seguindo seus valores, seus ritos, conseguem uma maior lealdade. Nesse caso, o consumo assume a forma de culto e os produtos tornam-se objetos de veneração.

4. Tecnologia e big data – Wi-Fi, Bluetooth, QR Code, sensoriamento RFDI e câmeras usadas para captação de vídeo em aplicações de segurança, mapeamento de tráfego e reconhecimento facial são algumas das tecnologias que vieram para ficar. Será cada vez maior a utilização de painéis de gestão de clientes com muitos dados a respeito dos perfis de consumidores que entram na loja, quanto tempo ficam, o que olham e o que levam. Resta aos varejistas saber utilizar esses dados de forma inteligente e não invasiva.

5. Transparência e agilidade – As empresas estão sendo avaliadas o tempo todo ? e em tempo real ? na internet. Vídeos, fotos, e relatos são compartilhados e ganham um alcance nunca antes imaginado, capaz de destruir qualquer marca. Como contra fatos não há argumentos, o varejo terá que ser cada vez mais transparente. A agilidade nas respostas às reclamações e denúncias é capaz de desmentir boatos e esclarecer os fatos junto ao público antes que a informação se espalhe e fique fora de controle. É importante também se colocar no lugar do cliente e responder sempre com humildade. Arrogância não combina com lealdade.

6. Valorização de pessoas – Não adianta investir em tecnologia, se a loja não contar com funcionários bem preparados, capazes de engajar o consumidor e de fazer uso de todas ferramentas à sua disposição. Mas o “humano” não deve ser apenas focado no consumidor mas também nas relações de trabalho e no reconhecimento  dos profissionais.

7. Ponto de venda inovador – A preocupação em conquistar o cliente está levando as lojas a criarem ambientes diferenciados e criativos para entreter o consumidor. Inovação é a palavra de ordem quando se pensa em  oferecer aos compradores as melhores experiências de consumo.

8. Utilização de novos canais – O celular serve tanto para vender quanto para influenciar o cliente a se engajar com a sua marca, com ferramentas de relacionamento e interação. É fundamental marcar presença nas redes sociais de maneira bem-humorada e em sintonia com a linguagem do público-alvo.

Fontes: Estadão – Economia & Negócios | O Negócio do Varejo

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